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    The Urs of Kawajah Moin Uddin Chishti  

     

    Tendo migrado da Pérsia para a Índia e vivido como asceta itinerante por mais de vinte anos, um dia Kwajah Moin Uddin Chishti recebeu em sonho uma missão de seu mestre: parar de virar mundo para colocar em prática seus ensinamentos de amor a Alá e ao próximo.     Leia mais

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    Originário da Pérsia, Chishti instalou-se em Ajmer, no Rajastão, onde viveu para ver sua interpretação de um islã tolerante transformar a comunidade dividida em religiões e castas. Devido à revolução de Chishti, que ganhou o título de Gandhi muçulmano, a cidade tornou-se um dos centros de peregrinação mais visitados da Índia.

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    Com a intenção de emular o profeta Maomé, muçulmanos costumam cobrir o topo da cabeça com o Taqiyah ou Kufi.

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    A entrada da Dargah, um complexo formado por mausoléu, mesquita e cemitério de santos.

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    Peregrinos de vários países, professando diferentes versões do islã e até de outras religiões congestionam as estreitas ruas de Ajmer, aproveitando o legado de tolerância religiosa deixado pelo santo.

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    Devotos desfilam na rua carregando a imagem do túmulo do Kwajah Moin Uddin Chishti.

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    “O que foi dito pra rosa e que a fez abrir-se,
    foi dito a mim, aqui no meu peito.” Rumi

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    “Tens defendido teu caso,
    mas não tens testemunhos.”
    “Minhas lágrimas são minhas testemunhas,
    a palidez de meu rosto são minhas provas.”
    “Teu testemunho não tem validade:
    Teus olhos estão demasiado úmidos para ver.”
    “Pelo esplendor de Tua justiça, meus olhos
    tornaram-se limpos e sem imperfeição.”

    Rumi- Quem Está em Minha Porta?

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    Uma mulher cega pede “backshish”, literalmente significa “presente”.

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    Devotos do santo doam aos pobres e doentes, literalmente enchendo caldeirões comunitários de comida e dinheiro.

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    As doações serão distribuídas aos necessitados, sem distinção de religião.

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    O sufismo é uma interpretação não dogmática e experiencial do islã. Os sufis preconizam que cada um encontre o Uno em sua própria experiência. Assim, não existem regras de comportamento moral que não possam ser relativizadas na prática sufi. No entanto, entre as pessoas que vivem o islã como praticado hegemonicamente na Índia hoje, a mulher carrega o fardo de ser a portadora da tradição e da “honra da família”.

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    “La illaha illalla!” Ascetas muçulmanos, também conhecidos como faquires ou galandars, bradam que Deus é Uno e Onipresente.

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    Um velho muçulmano arrisca uma canção devocional em louvor aos faquires congregados no cemitério dos santos.

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    India Baba contempla o sol por minutos a fio, uma prática tradicional tanto entre ascetas muçulmanos quanto hindus do subcontinente indiano.

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    Um faquir em reverência na entrada da mesquita central de Ajmer.

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    Um sufi continua invocando Alá após o término da fatiha, oração obrigatória a todos os muçulmanos.

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    Corredores de acesso à mesquita.

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    O cemitério da linhagem sufi de Kwajah Moin Uddin Chishti é um espaço de grande importância simbólica para os sufis. Durante o festival, o local faz parte do roteiro de milhares de peregrinos e serve de acampamento para os ascetas. Afinal, todos querem ser lembrados da morte de um santo, momento de sua liberação.

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    A música é onipresente dentro do complexo e nas ruas da cidade durante todo período do festival.

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    As hijras, transexuais indianas, recebem aclamação pública durante as procissões.       O Islã na Índia sempre reservou um lugar legítimo, mesmo que bem delimitado, às hijras.

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    Peregrinos descansam do sol ardente            nas sombras do Dargah.

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    Músico paquistanês oferece canções qawwali louvando o santo e sua linhagem. Para Kwajah Moin Uddin Chishti, a música é um veículo privilegiado de devoção e um condutor do êxtase místico.

    As rodas de qawwali para o público geral acontecem de dia, em áreas abertas do complexo. À noite, como retrata a foto, o ritual continua na área reservada somente aos sufis e seus convidados.

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    A água usada na lavagem do mausoléu do santo fica impregnada de óleo essencial de rosas e da energia transformada do santo, seu baraka.

     

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    Ingere-se a água que escorre do mausoléu na busca pela cura de doenças, de proteção ou simplesmente para energizar-se. O barakah impregnado na água é aproveitado até a última gota.

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